#Resenha: HQ Orgulho & Preconceito (Editora Nemo)


É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro, de posse de boa fortuna, deve estar atrás de uma esposa.
Elizabeth e suas quatro irmãs estão impossibilitadas de herdar a propriedade de seu velho pai e enfrentam a ameaça do despejo. As irmãs devem garantir sua segurança financeira por meio do casamento, mas nossa heroína tem outros planos. Ela fez votos de se casar somente por amor. Seu olhar acaba capturado pelo distinto Sr. Darcy, mas quem irá salvar os Bennets? Elizabeth deve se casar por amor ou deve salvar sua família?
Jane Austen se referia a Orgulho e preconceito (1813), o primeiro romance que escreveu, como seu “filho querido” – e gerações de leitores lhe têm dado um cantinho em seus corações desde então. A atração irresistível que ela retrata, entre a vivaz e independente Elizabeth Bennet e o austero e solene Sr. Darcy, se insere entre as maiores, mais românticas e mais engraçadas histórias de amor já contadas.

1900/1910 em Gifs


Bom dia Vintagers! Estou começando uma pequena série de posts (sim, eu adoro série de posts) dedico à ilustrar décadas passadas através de gifs. Começando pelos anos de 1900 à 1910, período marcado pela Primeira Guerra Mundial, e também pelo cinema mudo que começava a expandir. Sendo assim, é comum que a maioria dos gifs sejam extraídos de filmes antigos, sendo poucos retratando a vida e o cotidiano das pessoas naquela época. Alguns também são fotografias em 3D animadas de estereoscópios, o que nos dá uma breve noção de como era a vida e a arte nas primeiras décadas do século XX. Sei que tem gente que vai amar, e outros que vão achar bem creepy. Espero que gostem dessa seleção!

Dica de Filme: A Garota Dinamarquesa (2015)


Recentemente assisti "A Garota Dinamarquesa" no cinema. O filme foi inspirado na história real de Lili Elbe, que nasceu como Einar Mogens Wegenes, e que ficou conhecida por ser a primeira mulher transexual a se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo. Ouvi muitas críticas negativas sobre esse filme, e algumas positivas também. Desde que a produção foi anunciada, fiquei ansiosa e muito curiosa para assistir, pois já conhecia um pouco da história de Elbe.

Foto: Reprodução

Em primeiro plano somos apresentados à Einar Mogens Wegenes (Eddie Redmayne) um talentoso pintor dinamarquês casado com Gerda Wegener (Alicia Vikander). Einar é especialista em pinturas de paisagens, enquanto que Gerda gosta de pintar retratos. Certo dia, Gerda pede à Einar para substituir sua modelo; veste-o com roupas femininas e instrui que ele pose para ela pintá-lo. Ele desenvolver os gestos e feições femininas com certa naturalidade. Decidem então batizar esse personagem criado com o nome de Lili. Gerda passa a trabalhar pintando belíssimos quadros de Lili, que logo ficam famosos.
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Após o ocorrido, Einar começa a descobrir que a mulher que sempre viveu dentro dele, da qual batizaram de Lili, quer finalmente sair para fora e ser ela mesma. À partir desse momento o casamento dos dois não é mais o mesmo, formando-se uma espécie de triângulo amoroso entre Einar/Lili e Gerda. Einar revela à esposa que é na verdade uma mulher vivendo no corpo de um homem, e que seu sonho é viver como uma mulher normal - casar e ter filhos. Guerda sofre muito com essa nova realidade. Mesmo assim, ela não abandona Lili em nome do amor que ainda sente por Einar, chegando a apoiá-la quando a mesma decide fazer a cirurgia de mudança de sexo.
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

O diretor Tom Hooper decidiu tratar de forma romântica um assunto delicado. Alguns fatos importantes na vida de ambas, infelizmente ficaram de fora e isso comprometeu muito o enredo. Entretanto, o filme é belíssimo! Eddie Redmayne desenvolveu um papel andrógino bastante complexo, permitindo que seu corpo fosse totalmente explorado. A gente assiste algumas cenas e automaticamente lembra do quanto ele é digno de ter recebido um Oscar - e com esse papel, ele bem que merecia outro. Alicia Vikander, a atriz que dá vida à Gerda, em hipótese alguma fica à sombra de Redmayne, representando muito bem a esposa talentosa, apaixonada e ferida. Ficou perfeita nesse papel e mereceu ter ganho o Oscar sim. Atuações comoventes, estética impecável, cenários harmoniosos que rementem tão bem as décadas de 1910 e 1920.


A verdadeira Garota Dinamarquesa

Foto: Reprodução


Alguns dos trabalhos de Einar - via

Lili Elbe nasceu como Einar Wegener na Dinamarca em 1882. Tinha características tanto masculinas como femininas. Após a cirurgia de mudança de sexo, foi reconhecida legalmente como mulher e seu casamento com Gerda foi anulado. Lili deixou a pintura de lado, pois acreditava que era algo associado à vida de Einar. Lili se casou e desejava ser mãe. Sendo assim, se submeteu a uma cirurgia de transplante de útero, da qual surgiram complicações que resultaram em sua morte. Seu diário pessoal foi publicado após sua morte, em 1933 com o título de "Men Into Woman" do qual serviu de inspiração para a novela "The Danish Girl" de David Ebershoff, publicado em 2001.

Lili e Gerda por Gerda Wegner - Foto: Reprodução

Covers da revista La Vie Parisienne por Gerda Wegner - Foto: Reprodução

Gerda Wegner também se casou novamente, e posteriormente se divorciou. Continuo exercendo a profissão de ilustradora e seu trabalho foi publicado em diversas revistas, como a famosa revista La Vie Parisienne. A questão da sexualidade de Gerda é visível em sua arte erótica - basta dar um google search para conferir algumas delas. Pintou quadros de Lili até o fim de seus dias.

Lili e Gerda - Foto: Reprodução


Foto: Reprodução!

Espero que tenham gostado da dica e do post. Se você também assistiu, deixe sua opinião nos comentários. Beijos a todos!


Personagens femininas que me inspiram - #BlogueirosGeeks


Bom dia Darlings! O post de hoje faz parte da blogagem coletiva do mês de março do queridíssimo grupo Blogueiros Geeks. Adorei a proposta por ser uma ótima oportunidade para listar algumas personagens femininas de livros, desenhos e jogos que mais gosto. Claro que essa lista não se resume apenas em 6 personagens, mas consegui resumir bem. Conheçam alguma delas:

Sailor Vênus: A minha favorita dentre as 10 sailors! Apesar de ser uma grande fã da Usagui, a Sailor Vênus me cativou desde o primeiro episódio do anime, e isso porque ela só apareceu depois. Além de ser a primeirona com uniforme diferentão, Minako Aino é fangirl, azarada no amor, responsável (de vez em quando), engraçada e tem como melhor amigo um gato! *cof, cof,... parece até alguém que eu conheço, cof, cof*
Beijos de Luz!

Mulher-Maravilha: Ter uma mulher representando todo o poder feminino em um universo tão masculino, foi um dos muitos motivos que me levaram a, desde criança, me inspirar na nossa amazona favorita. Seja nos desenhos, ou no seriado de televisão dos anos 60, sempre achei a Mulher Maravilha a personificação do poder feminino em todos os sentidos: atitudes, beleza e força.
Fight like Wonder Woman!

Jill Valentine: A mais Badass de todas da minha lista. Para quem não sabe, Jill Valentine é uma personagem da franquia de jogos Resident Evil - que por sinal é meu jogo favorito. É uma personagem carismática, clássica e bastante conhecida pelas suas habilidades na hora de encarar missões perigosas, e principalmente, matar zumbis. Sempre gostei de jogar com ela. Shippo Jill e Cris até hoje. #MeJulguem
Jill loira e possuída em Resident Evil 5.

Mulher-Gato: A felina que habita em mim não poderia deixar de fora essa personagem icônica. Sempre gostei da Mulher-Gato no seriado Batman dos anos 60 e também nos desenhos. (Adorava aquela roupa preta com orelhinhas, kkk). Sempre tive uma inclinação para ser fã de vilões em desenhos animados, e também o fato dela ser uma menina má que deixava o Batman gamadão também contribuiu muito para ganhar minha admiração. Meow, meow!
Michelle Pfeiffer diva! Jamais haverá uma Catwoman como ela.

Claire Fraser: Personagem principal da série Outlander, da qual vocês já estão cansados de ver por aqui, kkkkk. Claire é definitivamente uma mulher muito à frente de seu tempo, e por ironia do destino foi parar justo na Escócia do século 18. É inteligente, decidida, íntegra. Sempre soube se impor em um universo bastante ameaçador para uma mulher, e ainda é o amor da vida de James Fraser.
Toma essa Loghanine-bitch

Lizzy Bennet: Mais uma personagem Literária. Lizzy Bennet de Orgulho e Preconceito possui o talento único para expor seus pensamentos perspicazes de forma honesta, sarcástica e educada. Uma mulher inteligente que valoriza a família, e a amizade, e que não se deixa intimidar por ninguém, não importa sua fortuna ou posição. Como não se inspirar na mulher que deixou Mr. Darcy aos seus pés?



Alguma dessas personagens também te inspira? Qual é sua favorita? Deixe aí nos comentários. Espero que tenham gostado de post de hoje. Beijos!



#Resenha: Ligeiramente Casados (Mary Balogh)



À beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento a sua irmã e que a protegesse "Custe o que custar!". Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum.
Porém Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela... a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele o que acontecerá em quatro dias.
Fiel à sua promessa, o lorde propõe um casamento de conveniência para que a jovem mantenha sua herança. Após a cerimônia, ela poderá voltar para sua vida no campo e ele, para sua carreira militar.
Só que o duque de Bewcastle, irmão mais velho do coronel, descobre que Aidan se casou e exige que a nova Bedwyn seja devidamente apresentada à rainha. Então os poucos dias em que ficariam juntos se transformam em semanas, até que eles começam a imaginar como seria não estarem apenas ligeiramente casados...
Neste primeiro livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos apresenta à família que conhece o luxo e o poder tão bem quanto a paixão e a ousadia. São três irmãos e três irmãs que, em busca do amor, beiram o escândalo e seduzem a cada página. 

Os Favoritos de Fevereiro


Bom dia Vintagers! No mês do carnaval, a única coisa boa que fiz, culturalmente falando, foi ler muito. Também coloquei alguns filmes em dia, embora eu não possa dizer o mesmo das séries que estão virando uma bola de neve (rs). Mas sobrevivi, sobrevivemos. Confira os favoritos do mês de fevereiro de 2015:

Inspiração de Looks Retrô para o Outono/Inverno

Fonte: Pinterest/Google
O outono/inverno é a minha época favorita do ano, por diversos motivos: as pessoas se vestem melhor, o clima favorece passeios de mais qualidade (pelo menos pra mim que detesto hiperventilar). A casa da gente fica mais aconchegante, e cozinhar é ainda mais prazeroso! Pensando nisso, reuni alguns looks para nos inspirarmos nessa época maravilhosa do ano, e que também favorecem o Outono que está logo ali. Todos os looks selecionados possuem algumas referências na moda fall/winter dos anos de 1930 à 1960, e 1990 também. O detalhe é que a maioria das peças são básicas e todo mundo tem no armário, como cardigãs, a tão amada saia midi e meia calça. Confira e se inspire!


Fonte: Pinterest/Google


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De acordo com os guros da moda, o outono/inverno 2016 está recheado de animal print colorizado ou estilizado, conjuntos estampados, e também lisos; cores como bege e preto, transparência, listras e referências dos anos 60, entre outros. Mas a ideia aqui é fugir um pouco disso e montar seu próprio look com as peças antigas que você tem aí no armário. Também pode juntar essas referências "modernas" com a de outras décadas, ou então ficar mais no clássico, que sinceramente é sempre uma das melhores opções. Quais são seus favoritos? Espero que tenham gostado!